Ligue Telecom usa perfuratriz direcional para vencer congestionamento em postes de energia


Operadora paranaense revela a estratégia adotada para instalar novas redes de fibra óptica mesmo em locais onde já há o limite de ocupantes nos postes das concessionárias de energia.

Com três mil quilômetros de redes de fibra óptica instalados no Estado do Paraná, a Ligue Telecom fornece serviço de voz e internet banda larga para clientes finais da sua região e também para outros provedores. Nacionalmente, a empresa oferta serviço de voz, contando com várias interconexões com outras operadoras. No Paraná, a cobrança de royalties pela principal distribuidora de energia e a limitação de quatro redes de telecomunicações por seus postes levou a Ligue Telecom a adotar instalações de redes subterrâneas. A operação, iniciada como uma alternativa, está ganhando força na empresa, que tem ampliado a proporção de rede enterrada mensalmente e utiliza método não-destrutivo para isso.

“Economicamente, a rede subterrânea é vantajosa a médio e longo prazo. Estimamos que após o terceiro ano de operação, a relação Capex/Opex (custo de implantação/custo de operação) tornará a rede enterrada mais barata que a aérea”, avalia Gabriel Sartor, diretor da Ligue Telecom. Segundo ele, a empresa já instala hoje cerca de 5 km de redes subterrâneas ao mês. “Utilizamos a perfuratriz direcional Navigator, D9x13, da Vermeer, para esse serviço e já vislumbramos adquirir outros equipamentos, como valetadeiras, para instalações de redes de maior extensão (backbones)”, revela o diretor.

Gabriel Sartor classifica como longo prazo o período entre dois e três anos. Pelos seus cálculos, a dispensa de pagamento de royalties às concessionárias de energia e o menor custo de manutenção compensariam, nesse período, o maior custo de implantação das redes subterrâneas em relação às aéreas.

“Descobrimos que a manutenção nas redes subterrâneas é perto de zero. Bem diferente das redes aéreas, que estão expostas a rompimentos por acidentes de trânsito, queda de árvores e avarias causadas pelas próprias operadoras de telecomunicações, que ao mexerem nos postes acabam prejudicando outras redes alocadas lá”, analisa.

 

https://bit.ly/2twEdon

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